“uma genealogia da troca de propriedades entre humanos e não-humanos.” Uma genealogia, portanto, das coisas, esses seres híbridos que fundamentam o nosso coletivo e que por seu estatuto de causa redistribuem em última instância natureza e sociedade; genealogia que não procede por metamorfoses, mutações ou dialética,mas antes por substituições e desvios".
Trecho extraído do texto "O conceito de rede na filosofia mestiça", de Márcia Oliveira Moraes,
Pra pensar... sugestão do camarada Gustavo Torrezan