“uma genealogia da troca de propriedades entre humanos e não-humanos.” Uma genealogia, portanto, das coisas, esses seres híbridos que fundamentam o nosso coletivo e que por seu estatuto de causa redistribuem em última instância natureza e sociedade; genealogia que não procede por metamorfoses, mutações ou dialética,mas antes por substituições e desvios".
Trecho extraído do texto "O conceito de rede na filosofia mestiça", de Márcia Oliveira Moraes,
Pra pensar... sugestão do camarada Gustavo Torrezan
Opa Cassião!
ResponderExcluirBacana esse trecho que selecionou!
Essa questão ainda dará muito pano pra manga pra gente! Mestiçagem, como germe da Malandragem brasuca!
Abraço!
Gustavo